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Património Mundial evitou descaracterização do Porto

Dezoito anos depois, Fernando Gomes recorda a razão para proteger o centro histórico.
Lusa 5 de Dezembro de 2014 às 06:10
Ex-autarca defende que a Câmara não pode reabilitar sozinha e adianta ter sinais de uma 'nova dinâmica'
Ex-autarca defende que a Câmara não pode reabilitar sozinha e adianta ter sinais de uma 'nova dinâmica' FOTO: José Coelho

O ex-presidente da Câmara do Porto Fernando Gomes, mentor da classificação do Porto como Património Mundial, que esta sexta-feira assinala 18 anos, recorda que o objetivo foi preservar o casco histórico da cidade, que esteve em risco de destruição.

"A razão essencial foi procurar que o centro histórico não viesse a ser alvo de apetites imobiliários que o pudessem descaracterizar. A classificação passou a criar uma responsabilidade a todas as administrações municipais que viessem a seguir, e a condicioná-las na arbitrariedade", recordou o socialista, em declarações à Lusa.

No ano em que o Património Mundial portuense atinge a maioridade, o ex-autarca defendeu que a câmara não pode reabilitar sozinha e adiantou ter sinais de uma 'nova dinâmica' criada pelo próximo quadro comunitário de apoio.

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