Portugal deve ser mais independente da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional (FMI) no que diz respeito a questões de política orçamental e económica, defende um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos.
O documento, a que a Lusa teve acesso, da autoria de Abel Mateus, André Azevedo Alves, Catarina Leão, Francesco Franco, José Tavares e Rita Calçada Pires, deu conta dos erros cometidos no passado em termos de contas públicas e controlo da dívida e apontou o dedo, entre outros culpados, à dependência das instituições internacionais.
"O país tem que ser capaz de formular as suas próprias políticas. Não pode confiar apenas na Comissão Europeia ou no FMI. Instituições como o Banco de Portugal ou o GPEARI [Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais] do Ministério das Finanças são fundamentais para a formulação da política económica de curto prazo do país", pode ler-se no estudo, designado "Orçamento, economia e democracia: Uma proposta de arquitetura institucional".
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