A médica Maura Lynch considerou hoje a atribuição do prémio Norte-Sul um reconhecimento para a luta das mulheres do Uganda contra a fístula obstétrica e de que "este trabalho vale a pena e ainda não terminou".
"Este prémio é uma grande honra para mim, e que levo também para a minha equipa [do hospital Kitovu, no Uganda] porque não faço nada sozinha, todos participam", sublinhou a religiosa irlandesa, a trabalhar no Uganda desde 1987, em entrevista à agência Lusa.
Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), referentes a 2010, indicavam que todos os anos, entre 50 mil e 100 mil mulheres em todo o mundo sofrem uma fístula obstétrica, que é a formação de um orifício anómalo entre a vagina, e o reto ou a bexiga, normalmente de complicações no parto.
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