A presidente da agência que gere a dívida pública defende hoje, numa entrevista ao jornal Público, que as taxas de juro de 4% na dívida portuguesa "são aceitáveis" e que o mais importante é gerir o risco de refinanciamento.
"Se continuar a ter superavits primários como aconteceu em 2016 e que espero volte a acontecer este ano, se tudo continuar a evoluir nesse sentido, taxas de 4% são aceitáveis", afirma Cristina Casalinho.
Para a presidente da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (nova designação do ICGP - Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público), Portugal só teve taxas muito longe dos 4% no pico da crise, em 2011, quando estava fora do mercado.
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