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Programa de Apoio às Escolas Profissionais de Moçambique termina com alunos a pedirem nova edição

Lusa 24 de Novembro de 2018 às 07:55

Alunos moçambicanos do ensino profissional lamentaram hoje das alterações legislativas em Moçambique que os impedem de serem professores no seu país, uma situação que motivou o fim de um programa de cooperação de Portugal.

O Programa de Apoio às Escolas Profissionais de Moçambique, que agora termina, deixa agora cerca de 100 jovens formados em Portugal, uma associação de antigos alunos e geminação de escolas portuguesas e moçambicanas.

Em declarações à Lusa, a presidente executiva da Fundação Portugal África (FPA), Celeste Hagatong, responsável da fundação, uma das duas entidades que promoveram e apoiaram o programa - a outra foi o Camões -, explicou que acabou o objetivo da iniciativa, que era formar os melhores alunos das escolas moçambicanas, com o nono ano de escolaridade completo, em escolas profissionais portuguesas, para poderem, com equivalência ao 12º ano, serem professores no seu país.