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Proprietários de casas com menores encargos na habitação

Os dados indicam ainda que Lisboa tem mais arrendatários em comparação com as outras regiões da área metropolitana, encontrando-se mais proprietários na margem Sul do Tejo.
24 de Março de 2014 às 11:47

As famílias que compraram casa têm menos encargos financeiros do que as que arrendam, por terem amortizado já parte das suas dívidas, segundo Isabel Guerra, professora do Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE), citando dados do Eurostat de 2011.

Numa intervenção num debate da semana da reabilitação Lisboa 2014, a especialista, ligada ao projeto académico Trajetórias Residenciais, afirmou que o "acesso à propriedade tem menos encargos e menos incumprimento" em comparação com quem está no regime de arrendamento.

A professora admitiu "algum espanto" com os dados recolhidos, que mostram menos custos da habitação comparativamente com médias europeias, mas comentou que uma taxa de esforço é diferente para "rendimentos de 500 euros ou de 5.000 euros".

"A taxa de esforço é menor porque parte significativa já amortizou as suas casas", explicou.

Citando números da comunidade europeia, a especialista apresentou dados sobre as famílias que gastam mais de 40% do rendimento em habitação a arrendar casas.

O incumprimento quer na amortização, quer no arrendamento tem aumentado, adiantou a professora catedrática, referindo que os números nacionais são maiores que os espanhóis, mas menores que os gregos.

Os dados indicam ainda que Lisboa tem mais arrendatários em comparação com as outras regiões da área metropolitana, encontrando-se mais proprietários na margem Sul do Tejo.

O estudo mostra ainda que "Lisboa chama pessoas", com quase 40% dos habitantes nascidos e criados e 20% provenientes de fora da Área Metropolitana de Lisboa.

Quanto a grupos sociais, a especialista indicou que a cidade de Lisboa tem uma maior percentagem de empresários e quadro dirigentes, quer em comparação com os números nacionais, quer com a área metropolitana.

Outro traço da capital, segundo a professora, é o "peso enorme" das famílias monoparentais, recordando o número de idosos a residir nos bairros históricos, mas também destacou que há população ativa e estudantes, numa proporção de 1/3 desse total.

Nas entrevistas feitas neste projeto, a casa ideal eleita foi sempre a moradia nova.

As famílias que compraram casa têm menos encargos financeiros do que as que arrendam, por terem amortizado já parte das suas dívidas, segundo Isabel Guerra, professora do Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE), citando dados do Eurostat de 2011.

Numa intervenção num debate da semana da reabilitação Lisboa 2014, a especialista, ligada ao projeto académico Trajetórias Residenciais, afirmou que o "acesso à propriedade tem menos encargos e menos incumprimento" em comparação com quem está no regime de arrendamento.

A professora admitiu "algum espanto" com os dados recolhidos, que mostram menos custos da habitação comparativamente com médias europeias, mas comentou que uma taxa de esforço é diferente para "rendimentos de 500 euros ou de 5.000 euros".

"A taxa de esforço é menor porque parte significativa já amortizou as suas casas", explicou.

Citando números da comunidade europeia, a especialista apresentou dados sobre as famílias que gastam mais de 40% do rendimento em habitação a arrendar casas.

O incumprimento quer na amortização, quer no arrendamento tem aumentado, adiantou a professora catedrática, referindo que os números nacionais são maiores que os espanhóis, mas menores que os gregos.

Os dados indicam ainda que Lisboa tem mais arrendatários em comparação com as outras regiões da área metropolitana, encontrando-se mais proprietários na margem Sul do Tejo.

O estudo mostra ainda que "Lisboa chama pessoas", com quase 40% dos habitantes nascidos e criados e 20% provenientes de fora da Área Metropolitana de Lisboa.

Quanto a grupos sociais, a especialista indicou que a cidade de Lisboa tem uma maior percentagem de empresários e quadro dirigentes, quer em comparação com os números nacionais, quer com a área metropolitana.

Outro traço da capital, segundo a professora, é o "peso enorme" das famílias monoparentais, recordando o número de idosos a residir nos bairros históricos, mas também destacou que há população ativa e estudantes, numa proporção de 1/3 desse total.

Nas entrevistas feitas neste projeto, a casa ideal eleita foi sempre a moradia nova.

 

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