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PS afirma partilhar "todas" as preocupações de Marcelo sobre a democracia

Ana Catarina Mendes destaca a ideia do chefe de Estado de que "não existam reivindicações excessivas que levem a populismos ou radicalismos".
Lusa 1 de Janeiro de 2019 às 21:57
Ana Catarina Mendes
António Costa participou ontem na reunião da Comissão Nacional do PS. A seu lado teve Ana Catarina Mendes, secretária-geral adjunta (à dir.) e Carlos César
RTP, Fátima, Festival da Eurovisão, Kiev, Le Pen, TV, Macron, Eliseu, Porto, Ana Catarina Mendes, Moreira, Marcelo, Corneta
Ana Catarina Mendes
António Costa participou ontem na reunião da Comissão Nacional do PS. A seu lado teve Ana Catarina Mendes, secretária-geral adjunta (à dir.) e Carlos César
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Ana Catarina Mendes
António Costa participou ontem na reunião da Comissão Nacional do PS. A seu lado teve Ana Catarina Mendes, secretária-geral adjunta (à dir.) e Carlos César
RTP, Fátima, Festival da Eurovisão, Kiev, Le Pen, TV, Macron, Eliseu, Porto, Ana Catarina Mendes, Moreira, Marcelo, Corneta

A secretária-geral adjunta do PS, Ana Catarina Mendes, afirmou esta terça-feira partilhar "todas as preocupações" referidas pelo Presidente da República na sua mensagem de Ano Novo, considerando que os próximos tempos exigem "bom senso" na governação.

Em declarações à agência Lusa, em reação à mensagem de Ano Novo do Presidente da República, a "número dois" da direção dos socialistas mostrou-se de acordo com Marcelo Rebelo de Sousa.

"O Presidente da República deixa um apelo muito forte para os tempos difíceis que vivemos na Europa e no mundo - tempos que, para o PS, exigem bom senso na governação. Faz também um apelo à participação dos eleitores para o reforço da democracia nos próximos atos eleitorais que se avizinham, sem fraturas e com compromissos", apontou a secretária-geral adjunta do PS.

Ana Catarina Mendes destacou também a ideia do chefe de Estado no sentido de que "não existam reivindicações excessivas que levem a populismos ou radicalismos".

"Todos os dias é preciso reforçar a nossa democracia e seguir um caminho mobilizador para um futuro melhor. Essa ambição o PS partilha: Governar para melhorar a vida das pessoas, combatendo as desigualdades, fazendo crescer a economia e o emprego, e reforçando todos os dias a credibilidade das nossas instituições democráticas", salientou.

Ainda de acordo com a secretária-geral adjunta socialista, "o Presidente da República fez um apelo fortíssimo que o PS também tem vindo a fazer ao longo dos tempos".

"A exigência de reforçar a democracia significa dar credibilidade a quem todos os dias tem de executar as políticas, dar respostas concretas às pessoas e não nos deixarmos cair em extremismos e radicalismos que atingem outros países europeus. Só com uma democracia robusta podemos combater os fenómenos populistas", acrescentou.

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