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PSP: Direito à greve não deve ser discutida isoladamente

O deputado do PSD, Fernando Negrão, defendeu esta segunda-feira que o direito à greve na PSP “não deve ser discutido isoladamente”, mas sim de acordo com um novo modelo para aquela força de segurança.
21 de Abril de 2008 às 20:32
O deputado do PSD, Fernando Negrão
O deputado do PSD, Fernando Negrão FOTO: d.r.

O tema foi defendido e trazido para discussão durante um debate sobre o sindicalismo na PSP, organizado pela Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), no âmbito dos 19 anos da manifestação de polícias que ficou conhecida por “secos e molhados”.

O direito à greve da PSP, foi mesmo o tema que dominou o debate, que decorreu em Lisboa, e no qual estiveram presentes, à excepção do CDS-PP, sindicalistas e representantes de partidos políticos com assentos parlamentares.

Em causa está o actual modelo daquela força policial que, segundo Fernando Negrão, é baseado no Estado Novo e que por isso, deve ser discutido outro modelo “adequado aos tempos democráticos”.

Por um lado, a reestruturação deveria passar por uma aproximação das chefias aos agentes, para que os anseios sejam postos em discussão, por outro lado “o novo modelo da PSP obrigaria os partidos mais distantes a aceitar o direito à greve”.

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