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PUTIN NA CIDADE MÁRTIR DE BESLAN

O presidente russo, Vladimir Putin, deslocou-se este sábado à cidade de Beslan, a localidade da Ossétia do Norte que ontem foi palco de uma das maiores catástrofes envolvendo reféns. O último balanço oficial de vítimas mortais cifra-se já em aponta para 322, 155 delas crianças, e mais de 700 pessoas feridos.
4 de Setembro de 2004 às 11:39
A célula de crise hoje de manhã que o número de mortos se cifra, para já, nos 322 mortos mas reconheceu que este balanço poderá ainda vir a aumentar. Alguns jornais nacionais dão conta que há ainda muitos corpos por contabilizar no interior do ginásio da escola.
"Toda a Rússia sofre, chora e reza convosco", declarou o presidente russo, que se deslocou ao hospital de Beslan para visitar os feridos. Vladimir Putin sublinhou ainda que "Estavam a ser equacionadas todas as opções, mas o uso da força não foi planeado".
A crise dos reféns começou quando um comando armado, composto por um número indeterminado de homens e mulheres, entrou quarta-feira de manhã na escola de Beslan, onde centenas de crianças, acompanhadas por pais e professores participavam nas cerimónias do início do ano escolar.
JORNAL ELECTRÓNICO RUSSO DÁ MAIS DE 600 MORTOS
De acordo com os últimos dados da imprensa russa, fontes do governo da Ossétia do Norte dão conta de um número de mortos que pode chegar aos 600, na sua maioria crianças.
Os médicos russos que estão a prestar apoio às vítimas estão impedidos de contactar com o exterior, nomeadamente com os jornalistas, de forma a evitar fuga de informação sobre os reais números da catástrofe.
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