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Quatro décadas de pintura de Eduardo Batarda na reflexão de Julião Sarmento

Lusa 21 de Maio de 2016 às 07:13

A exposição "Mise en abyme", do pintor Eduardo Batarda, comissariada pelo pintor Julião Sarmento, é inaugurada no próximo dia 27, no Pavilhão Branco do Museu de Lisboa, ao Campo Grande, onde vai ficar até 28 de agosto, anunciou a instituição.

O título da mostra adota a expressão idiomática francesa "Mise en abyme", que remete para a ideia de infinito, em particular para o efeito da multiplicação infinita de imagens - uma espécie de abismo -, que se obtém quando, por exemplo, se colocam dois espelhos frente a frente.

"Mise en abyme", a exposição, resulta do frente a frente de dois artistas próximos no tempo - Julião Sarmento (Lisboa, 1948) e Eduardo Batarda (Coimbra, 1943) -, e da proposta, feita pelo primeiro, que levou à reunião de um conjunto de 21 obras do segundo, algumas nunca mostradas em público, vindas de períodos distintos, representativas de quase quatro décadas de trabalho do pintor.

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