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Correio da Manhã

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Reforma profunda do senado italiano

O Governo de Itália aprovou um projeto de lei para reformar o senado, acabar com as duas câmaras, colocar um fim nas eleições para a câmara superior e reduzir de forma drástica o seu poder.
31 de Março de 2014 às 20:48

"Chegou o momento dos políticos fazerem sacrifícios", afirmou o primeiro-ministro, Matteo Renzzi, numa conferência de imprensa onde revelou o seu plano para acabar com o complicado sistema que tem alimentado a instabilidade política em Itália e que bloqueou reformas.

Renzi apontou as mudanças no senado como uma das suas prioridades no seu programa quando assumiu o cargo de primeiro-ministro em fevereiro, tendo afirmado que sem esta reforma a Itália corre o risco de ver os sucessivos governos incapacitados de avaçar com políticas essenciais para a recuperação da terceira maior economia da zona euro.

No atual sistema, as leis têm de ser aprovadas pela câmara baixa e pela câmara alta do parlamento, que têm poderes iguais, mas os partidos lutam para garantir uma maioria em ambas, o que resulta em enormes atrasos, com os projetos de lei a andar para a frente e para trás.

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