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Renamo, partido da oposição em Moçambique, propõe adiamento do recenseamento eleitoral

Recenseamento eleitoral devia começar esta segunda-feira mas foi adiado para dia 15.
Lusa 1 de Abril de 2019 às 15:07
Ciclone Idai devastou Moçambique
Sobreviventes do ciclone Idai tentam reconstruir a vida em Moçambique
Sobreviventes do ciclone Idai tentam reconstruir a vida em Moçambique
Sobreviventes do ciclone Idai tentam reconstruir a vida em Moçambique
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A Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), principal partido da oposição em Moçambique, defendeu esta segunda-feira o adiamento do início do recenseamento eleitoral por 45 dias, para não penalizar o eleitorado das zonas afetadas pelo ciclone Idai.

"Entendemos ser salutar que o recenseamento eleitoral seja adiado por 45 dias para permitir o reassentamento [das populações afetadas], o que permitirá o mapeamento seguro dos postos de votação", disse José Manteigas, porta-voz da Renamo, falando em conferência de imprensa, em Maputo.

O Governo moçambicano adiou a data do início do recenseamento eleitoral por 15 dias, como consequência da passagem do ciclone Idai, que assolou a zona centro do país.

Segundo o calendário anterior, o recenseamento eleitoral devia começar esta segunda-feira, 01 de abril, mas entretanto foi adiado para o próximo dia 15, para dar tempo às populações das zonas afetadas para se recomporem dos estragos causados pela calamidade.

Contudo, o porta-voz da Renamo considerou o período de suspensão definido pelo Governo "irrisório".

Para a Renamo, o Governo agiu de forma "precipitada", pelo que o partido acusa o executivo de tentar "desencorajar" parte do eleitorado de participar nas eleições gerais de 15 de outubro.

O período que a Renamo propõe é "razoável para a reabilitação psicológica dos concidadãos atingidos por esta catástrofe", afirmou José Manteigas.

Ma mexer na data das eleições gerais.

O ciclone Idai atingiu a região centro de Moçambique, o Maláui e o Zimbabué em 14 de março, afetando 2,9 milhões de pessoas.

As autoridades moçambicanas atualizaram em 518 o número de mortos provocados pelo ciclone e pelas cheias que se lhe seguiram.

Há ainda a registar 1.641 feridos e mais de 146 mil pessoas instaladas em centros de acolhimento.
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