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Correio da Manhã

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Renato Seabra ouviu juiz em silêncio

Renato Seabra manteve-se em silêncio durante toda a audiência no Tribunal Supremo de Nova Iorque em que o juiz lhe leu a acusação de homicídio em segundo grau. Só falou para se declarar inocente.
2 de Fevereiro de 2011 às 00:00
Renato Seabra permanece internado na ala prisional do hospital psiquiátrico Bellevue, na mesma ilha de Manhattan onde dividiu quarto com Carlos Castro
No dia 14 de Janeiro o português não teve de sair do hospital para ver recusado o pedido de fiança. Foi ouvido pelo sistema de teleconferência
Ex-concorrente do programa 'À Procura do Sonho' sentou-se para ouvir a acusação de homicídio em segundo grau de Carlos Castro
Com as mãos algemadas atrás das costas, Renato Seabra tinha vestido um casaco cor-de-laranja do Departamento de Correcções de Nova Iorque
Além dos agentes da polícia, Renato Seabra foi acompanhado por guardas prisionais
Além do seu advogado, David Touger, o português teve direito a um tradutor
Renato Seabra entrou na sala de audiências de forma discreta mas com segurança reforçada
Teve de ser Jane Rosenberg, uma desenhadora que trabalha para o tribunal, a documentar essa primeira audiência
O tradutor teve pouco trabalho, pois o modelo limitou-se a dizer em voz baixa que se declarava inocente
Após três minutos na sala de audiências o natural de Cantanhede saiu pela mesma porta por onde entrara
Renato Seabra permanece internado na ala prisional do hospital psiquiátrico Bellevue, na mesma ilha de Manhattan onde dividiu quarto com Carlos Castro
No dia 14 de Janeiro o português não teve de sair do hospital para ver recusado o pedido de fiança. Foi ouvido pelo sistema de teleconferência
Ex-concorrente do programa 'À Procura do Sonho' sentou-se para ouvir a acusação de homicídio em segundo grau de Carlos Castro
Com as mãos algemadas atrás das costas, Renato Seabra tinha vestido um casaco cor-de-laranja do Departamento de Correcções de Nova Iorque
Além dos agentes da polícia, Renato Seabra foi acompanhado por guardas prisionais
Além do seu advogado, David Touger, o português teve direito a um tradutor
Renato Seabra entrou na sala de audiências de forma discreta mas com segurança reforçada
Teve de ser Jane Rosenberg, uma desenhadora que trabalha para o tribunal, a documentar essa primeira audiência
O tradutor teve pouco trabalho, pois o modelo limitou-se a dizer em voz baixa que se declarava inocente
Após três minutos na sala de audiências o natural de Cantanhede saiu pela mesma porta por onde entrara
Renato Seabra permanece internado na ala prisional do hospital psiquiátrico Bellevue, na mesma ilha de Manhattan onde dividiu quarto com Carlos Castro
No dia 14 de Janeiro o português não teve de sair do hospital para ver recusado o pedido de fiança. Foi ouvido pelo sistema de teleconferência
Ex-concorrente do programa 'À Procura do Sonho' sentou-se para ouvir a acusação de homicídio em segundo grau de Carlos Castro
Com as mãos algemadas atrás das costas, Renato Seabra tinha vestido um casaco cor-de-laranja do Departamento de Correcções de Nova Iorque
Além dos agentes da polícia, Renato Seabra foi acompanhado por guardas prisionais
Além do seu advogado, David Touger, o português teve direito a um tradutor
Renato Seabra entrou na sala de audiências de forma discreta mas com segurança reforçada
Teve de ser Jane Rosenberg, uma desenhadora que trabalha para o tribunal, a documentar essa primeira audiência
O tradutor teve pouco trabalho, pois o modelo limitou-se a dizer em voz baixa que se declarava inocente
Após três minutos na sala de audiências o natural de Cantanhede saiu pela mesma porta por onde entrara

O autor confesso do assassínio de Carlos Castro foi levado algemado, com as mãos atrás das costas, à sala no 13º andar do tribunal federal.

Vestido com um fato de treino cinzento e um casaco cor de laranja da prisão, o jovem modelo português foi acompanhado por dois guardas prisionais.

Sentou-se à frente do juiz Charles Solomon e ouviu impávido a acusação decidida pelo Grande Júri. Um tradutor, que Renato ouvia com atenção, foi-lhe explicando o que se estava a dizer na sala de tribunal.

À pergunta "como se declara?", Renato murmurou ao tradutor, em inglês, que se considerava "não culpado", palavras repetidas por David Touger ao juiz. Foram as únicas palavras que o arguido pronunciou durante uma audiência que durou apenas três minutos.

No banco da acusação esteve sozinha Maxime Rosenthal, a procuradora do Ministério Público encarregue do caso, que se manteve em silêncio durante a audiência.

Renato Seabra esteve sempre sob a vigilância de dois guardas prisionais e dos guardas do tribunal. No fim da audiência foi levado por uma porta lateral da sala de tribunal, a mesma por onde entrou.

O jovem modelo manteve o olhar baixo durante a audiência e só o levantou para ver o seu advogado e fitar uma vez as objectivas dos fotógrafos. O jovem português detido na ala prisional do hospital de Bellevue apresentou-se mais magro, com a cara pálida e muito calmo.

Os advogados de acusação e defesa entraram juntos na sala de tribunal sob o aparato de muitos jornalistas de meios de comunicação portugueses e estrangeiros. Os fotógrafos puderam sentar-se na bancada onde habitualmente se senta o júri, numa sessão onde foram autorizadas fotografias.

A chegada de Renato Seabra ao edifício do tribunal foi discreta. As carrinhas do Departamento de Correcção de Nova Iorque entraram directamente para o edifício na baixa da cidade, tal como saíram directamente do interior do edifício do hospital de Bellevue.

Depois da audiência, a segunda em que Renato se apresenta frente a um juiz, o jovem modelo foi de novo transportado para ala prisional do Bellevue Hospital Center onde deverá continuar sob exames dos médicos psiquiatras.

Renato Seabra Carlos Castro Bellevue Homicídio em segundo grau Nova Iorque
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