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ULisboa: Requisito do concurso para trabalhar na AR é ilegal

Parlamento fez distinção entre licenciaturas concluídas antes e depois do Processo de Bolonha.
29 de Maio de 2015 às 16:47
Assembleia da República abriu 23 vagas para a carreira de assessor parlamentar
Assembleia da República abriu 23 vagas para a carreira de assessor parlamentar FOTO: Vítor N. Garcia

A distinção feita pelo parlamento entre licenciaturas concluídas antes e depois do Processo de Bolonha, num concurso aberto na semana passada para contratar pessoal, é ilegal, defende a Universidade de Lisboa.

A Assembleia da República abriu, na semana passada, 23 vagas para a carreira de assessor parlamentar em diversas áreas e definiu que se podiam candidatar quem tivesse uma licenciatura concluída antes de 2008/2009 (ano em que a maioria dos cursos foi adaptada ao Processo de Bolonha) ou então um mestrado para os que terminaram o curso depois daquela data, revela a edição de hoje do Jornal de Negócios.

Os anúncios de recrutamento publicados em Diário da República excluem assim os candidatos que tenham apenas uma licenciatura concluída depois de 2008/2009.

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