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PM acredita que diálogo em Estrasburgo conduzirá "à conclusão óbvia"

"Não só seria injusto suspender os fundos, como seria altamente contraproducente", afirma Costa.
Lusa 3 de Outubro de 2016 às 13:29
António Costa está em Estocolmo
António Costa está em Estocolmo FOTO: HENRIK MONTGOMERY / EPA

O primeiro-ministro disse esta segunda-feira em Estocolmo acreditar que o "diálogo estruturado" que terá lugar em Estrasburgo entre Comissão Europeia e Parlamento Europeu sobre a suspensão de fundos a Portugal conduzirá "à conclusão óbvia" de que a mesma não faz sentido.

"Estou convencido que este diálogo com o Parlamento Europeu permitirá conduzir à conclusão óbvia: é que não só seria injusto suspender os fundos, como seria altamente contraproducente suspender os fundos, que são essenciais para podermos crescer, criar emprego e termos finanças públicas mais sólidas", declarou António Costa em Estocolmo, após um encontro com o seu homólogo sueco, Stefan Löfven, e horas antes do diálogo consultivo agendado para Estrasburgo.

Apontando que Portugal terá no final deste ano "um défice confortavelmente abaixo dos 2,5%" e cumprirá os objetivos com que se comprometeu, António Costa insistiu que seria por isso "muito contraproducente qualquer perturbação na capacidade de execução dos fundos comunitários", até pela importância de que estes se revestem para a retoma da economia portuguesa, já que o país tem "dificuldade em mobilizar recursos próprios para aumentar o investimento público, e os fundos comunitários são essenciais".

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