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Sanções: Qualquer penalização teria consequências negativas -- Vieira da Silva

Lusa 11 de Julho de 2016 às 12:20

O ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social afirmou hoje, em Bruxelas, que a aplicação de sanções a Portugal teria sempre "consequências negativas" para a economia portuguesa, não tanto pelo impacto financeiro, mas pelo "sinal prejudicial" que representaria.

Em Bruxelas para participar numa conferência 'Viabilidade e Valor Acrescentado de um Subsídio Europeu de Desemprego', no mesmo dia em que se celebra uma reunião do Eurogrupo que preparará o caminho para a votação sobre os processos de sanções a Portugal e Espanha a ter lugar na terça-feira no Conselho Ecofin, José António Vieira da Silva sublinhou também que a aplicação de sanções seria "injusta" e "dificilmente compreensível"

"Devemos esperar que não exista nenhuma sanção, porque isso seria negativo para o país, mas seria negativo (também) para a União Europeia. Julgo que a generalidade dos cidadãos europeus compreenderia mal que a Europa, quando defronta tantas dificuldades e tantos desafios novos, se concentrasse na aplicação de sanções a um país que teve um longo e difícil processo, com muito sofrimento, com muito empenhamento para cumprir as orientações da própria UE, e que está hoje num claro caminho de cumprimento das metas dos tratados europeus", sustentou.

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