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Santana Lopes defende adiamento de directas

O ex-líder social-democrata Pedro Santana Lopes defendeu esta quarta-feira que o PSD deveria adiar as directas de sexta-feira até que as regras estejam claras e os cadernos eleitorais estáveis, considerando que o clima instalado no partido é “inqualificável” e não é propício à realização de eleições.
26 de Setembro de 2007 às 17:16
De acordo com a rádio TSF, Santana Lopes afirmou nunca ter visto “eleições terem lugar, numa democracia a sério, sem ter os cadernos eleitorais estáveis”, sublinhando que, na sua opinião, “o bom senso manda que sejam adiadas (as directas)”, pois, primeiro que tudo, é importante "saber quem elege".
Para o antigo primeiro-ministro, as eleições deveriam ser adiadas uma ou duas semanas, até que as regras sejam claras e quem estiver de acordo as aceite e concorra. Quem não concorde com as leis internas do partido, não deverá concorrer, sublinhou Santana Lopes, segundo a rádio TSF.
O deputado considerou ainda que “estar a discutir regras eleitorais a dois dias das eleições não faz sentido”, deixando um recado a Manuel Ferreira Leite. “Era de bom senso que a presidente da mesa do congresso (Manuela Ferreira Leite) e o presidente do Conselho de Jurisdição Nacional (Guilherme Silva) adiassem as eleições até se saber quem vota”.
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