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Correio da Manhã

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SAÚDE: ARGUIDAS EM LIBERDADE

As três arguidas no processo da megafraude no sector das análises clínicas saíram em liberdade, na madrugada desta quarta-feira, após terem sido interrogadas no Tribunal de Instrução Criminal. Pelo menos duas delas ficaram sujeitas à medida de coacção de prisão domiciliária vigiada por pulseira electrónica.
25 de Junho de 2003 às 10:15
Pelo menos duas das arguidas saíram do TIC com pulseira de vigilância electrónica
Pelo menos duas das arguidas saíram do TIC com pulseira de vigilância electrónica FOTO: CM
Eram cerca das 1h30 desta madrugada quando as arguidas saíram do TIC. Duas delas revelaram à saída a medida de coacção a que tinham sido sujeitas, mas a terceira não fez qualquer comentário. As três arguidas são Delmina Batista, directora do laboratório de análises clínicas Subtil, Maria da Fé Viseu, responsável pelo centro de recolha de análises Rapimédica, e Maria Geraldo Marques, técnica do mesmo centro.
Segundo a PJ, as arguidas foram ouvidas num âmbito de um processo de grandes dimensões, que ainda envolve mais médicos e laboratórios e que terá lesado os cofres do Estado em pelo menos 2,5 milhões de euros, num esquema de análises clínicas fictícias, com recurso a sobrefacturação e a falsificação de vinhetas de médicos e de requisições de meios complementares de diagnóstico (ver artigo relacionado).
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