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Seguradoras com "dificuldades" em obter informações sobre vítimas de Pedrógão

Seguradoras dizem não ser possível ajudar as vítimas sem ser feito o apuramento da situação concreta.
Lusa 25 de Julho de 2017 às 13:45
As seguradoras dizem que o segredo de justiça está a dificultar a obtenção de informação sobre as vítimas mortais de Pedrógão Grande. Mas esta dificuldade só diz respeito ao fundo de solidariedade de 2,5 milhões e não aos seguros firmados anteriormente.

"É um facto que estão a ser sentidas dificuldades em obter informação das entidades oficiais sobre as vítimas mortais de Pedrógão Grande e sobre as suas famílias, por razões ligadas à circunstância deste processo se encontrar em segredo de justiça", disse ao Negócios fonte oficial da Associação Portuguesa de Seguradores (APS) na passada segunda-feira, 24 de Julho.

"Convém clarificar que nem a APS nem as seguradoras apresentaram qualquer queixa formal sobre este facto, limitando-se a constatar essa realidade. Estamos em crer, aliás, que neste domínio todos temos um objetivo comum: ajudar quem precisa o mais rapidamente possível. E tudo o que puder ser feito para concretizar esse objetivo, sem ferir a legislação vigente, será sempre uma boa noticia", acrescenta a APS.

As seguradoras sublinham que as compensações do Fundo de Solidariedade, no valor de 2,5 milhões de euros, para apoiar os familias das pessoas que faleceram, e também os feridos graves, "ainda não começaram a ser atribuídas porque é necessário fazer o apuramento da situação concreta de cada família afetada. E esse é um trabalho que já está neste momento em curso".

A APS distingue também entre o Fundo de Solidariedade e os seguros firmados antes dos incêndios. "Independentemente das compensações que vierem a ser pagas por este Fundo de Solidariedade, que é uma iniciativa pura de responsabilidade social, as empresas de seguros estão a pagar as indemnizações devidas ao abrigo dos contratos de seguro dentro da normalidade neste tipo de situações, até porque em relação aos seguros, as seguradoras detém obviamente informações sobre os seus segurados", sublinha a APS.

As dificuldades que as seguradoras estavam a sentir foram denunciadas por Luís Marques Mendes no seu espaço de comentário na SIC aos domingos. "A Associação Portuguesa de Seguradores já se queixou junto das autoridades por esta opacidade, falta de divulgação total, quer das vítimas, para se conhecerem também os seus familiares, quer dos carros ardidos", começou por dizer.

"As seguradoras constituíram um fundo para ajudar Pedrogão no valor de 2,5 milhões de euros. Querem atribuir essas compensações rapidamente, e já disseram às autoridades que enquanto houver este bloqueio do chamado segredo de justiça não podem pagar", disse o antigo ministro de Cavaco Silva e Durão Barroso.

"Convém clarificar que nem a APS nem as seguradoras apresentaram qualquer queixa formal sobre este facto, limitando-se a constatar essa realidade. Estamos em crer, aliás, que neste domínio todos temos um objetivo comum: ajudar quem precisa o mais rapidamente possível. E tudo o que puder ser feito para concretizar esse objetivo, sem ferir a legislação vigente, será sempre uma boa noticia", acrescenta a APS.

As seguradoras sublinham que as compensações do Fundo de Solidariedade, no valor de 2,5 milhões de euros, para apoiar os familias das pessoas que faleceram, e também os feridos graves, "ainda não começaram a ser atribuídas porque é necessário fazer o apuramento da situação concreta de cada família afetada. E esse é um trabalho que já está neste momento em curso".

A APS distingue também entre o Fundo de Solidariedade e os seguros firmados antes dos incêndios. "Independentemente das compensações que vierem a ser pagas por este Fundo de Solidariedade, que é uma iniciativa pura de responsabilidade social, as empresas de seguros estão a pagar as indemnizações devidas ao abrigo dos contratos de seguro dentro da normalidade neste tipo de situações, até porque em relação aos seguros, as seguradoras detém obviamente informações sobre os seus segurados", sublinha a APS.

 

As dificuldades que as seguradoras estavam a sentir foram denunciadas por Luís Marques Mendes no seu espaço de comentário na SIC aos domingos. "A Associação Portuguesa de Seguradores já se queixou junto das autoridades por esta opacidade, falta de divulgação total, quer das vítimas, para se conhecerem também os seus familiares, quer dos carros ardidos", começou por dizer.


"As seguradoras constituíram um fundo para ajudar Pedrogão no valor de 2,5 milhões de euros. Querem atribuir essas compensações rapidamente,  e já disseram às autoridades que enquanto houver este bloqueio do chamado segredo de justiça não podem pagar", disse o antigo ministro de Cavaco Silva e Durão Barroso.


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