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Sinais do futuro que podem salvar vidas numa criação da Faculdade Motricidade Humana

Lusa 29 de Maio de 2015 às 10:37

Apenas um terço das pessoas segue os sinais de emergência em situações de perigo num edifício, segundo um trabalho da Faculdade de Motricidade Humana (FMH), que está a desenvolver "sinais que podem salvar vidas".

Numa situação normal "as pessoas até cumprem" os sinais (como de saída de emergência) mas "numa situação crítica a maior parte, 65,6 por cento, não cumpre. Vai para sítios contrários", explicou à Agência Lusa um dos autores do estudo científico, Francisco Rebelo, professor de ergonomia na FMH.

É por isso que, diz, a equipa está a trabalhar nos "sinais do futuro", que podem ser "mais úteis e multimodais", que podem ser "personalizados, que aparecem no momento certo, que dão mais informação", e que por isso são sinais "que salvam vidas".