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Sindicatos de professores dizem que esbarraram "num muro de intransigência" do governo

Proposta de recuperação de tempo de serviço apresentada "rigorosamente igual, sem mudar uma virgula" face à que foi rejeitada.
Lusa 25 de Fevereiro de 2019 às 18:20
Mário Nogueira
Mário Nogueira lidera a Fenprof
Mário Nogueira, da Fenprof
Mário Nogueira
Mário Nogueira
Mário Nogueira lidera a Fenprof
Mário Nogueira, da Fenprof
Mário Nogueira
Mário Nogueira
Mário Nogueira lidera a Fenprof
Mário Nogueira, da Fenprof
Mário Nogueira

A plataforma sindical de professores disse esta segunda-feira ter "esbarrado num muro de intransigência do governo", que apresentou aos professores uma proposta de recuperação de tempo de serviço "rigorosamente igual, sem mudar uma virgula" face à que foi rejeitada.

Em declarações aos jornalistas no final de uma reunião que durou cerca de uma hora, o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, afirmou que as organizações sindicais de profissionais de professores "esbarram num muro de intransigência do governo".

De acordo com Mário Nogueira, o governo voltou a apresentar uma proposta que prevê a recuperação de dois anos, nove meses e 18 dias, mas os professores exigem a recuperação integral do tempo de serviço congelado: nove anos, quatro meses e dois dias.

secretário-geral da Fenprof Mário Nogueira política
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