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PS recupera, PSD cai. Costa sobe, Rio continua em último

O PS regista uma ligeira subida no barómetro político de janeiro da Aximage para o Negócios e o Correio da Manhã.
11 de Janeiro de 2019 às 12:10

O PS recuperou ligeiramente na intenção de voto legislativo no barómetro político de janeiro da Aximage para o Negócios e o Correio da Manhã. Os socialistas sobem dos 37% de dezembro de 2018 para 37,7% no primeiro mês do ano, interrompendo um ciclo de quedas sucessivas que se vinha verificando desde setembro do ano passado. Já o PSD desceu de 24,7% para 24,1% entre dezembro e janeiro, o que se traduz na terceira descida consecutiva neste barómetro.

A par do PS, também o CDS e a CDU registam subidas no barómetro político. O partido liderado por Assunção Cristas passou de 8,7% em dezembro para 9,4% em janeiro, o que lhe permite reconquistar o estatuto de terceira força política com maior intenção de voto, ultrapassando o Bloco de Esquerda. Por sua vez, a CDU passou de 6,3% para 7,2% durante o período referido. Já o Bloco de Esquerda desceu de 10% para 8%.


O barómetro político de janeiro destaca pela primeira vez outros dois partidos. A Aliança, criada por Pedro Santana Lopes, surge com 1,2% das intenções de voto, enquanto o PAN, que já tem um deputado, recolhe uma intenção de voto de 3,5%.

No que concerne à avaliação dos líderes partidários (notas de 1 a 20) a maior novidade é a de António Costa ter reocupado o primeiro lugar do ranking, o qual havia perdido no último mês de 2018 para Catarina Martins. O secretário-geral do PS e primeiro-ministro regista uma subida ligeira, passando da nota 10 para 10,2, enquanto a dirigente bloquista desce de 10,6 para 9,8. Já, Rui Rio, cuja liderança do PSD é agora desafiada por Luís Montenegro, manteve em janeiro a mesma nota de dezembro, 6,4, a mais baixa entre os líderes dos principais partidos.

Assim, Assunção Cristas, é classificada com nota 7,7, uma descida face aos 8,1 de dezembro, enquanto Jerónimo de Sousa também baixa de um 10 para um 9,6.

Quanto à prestação do Governo, os inquiridos no barómetro político de janeiro, 47,3%  dizem que a governação  é "igual ao que esperava", enquanto 30,2% responde que é "melhor do que esperava". Em contrapartida, 21,8% são da opinião que é "pior do que esperava".

FICHA TÉCNICA

Universo: indivíduos inscritos nos cadernos eleitorais em Portugal com telefone fixo no lar ou possuidor de telemóvel.

Amostra: aleatória e estratificada (região, habitat, sexo, idade, escolaridade, atividade e voto legislativo) e representativa do universo e foi extraída de um sub-universo obtido de forma idêntica. A amostra teve 608 entrevistas efetivas: 283 a homens e 325 a mulheres; 56 no Interior Norte Centro, 84 no Litoral Norte, 104 na Área Metropolitana do Porto, 109 no Litoral Centro, 174 na Área Metropolitana de Lisboa e 81 no Sul e Ilhas; 100 em aldeias, 164 em vilas e 344 em cidades. A proporcionalidade pelas variáveis de estratificação é obtida após reequilibragem amostral.

Técnica: Entrevista telefónica por C.A.T.I., tendo o trabalho de campo decorrido nos dias 4 a7 de janeiro de 2019, com uma taxa de resposta de 76,4%.

Erro probabilístico: Para o total de uma amostra aleatória simples com 608 entrevistas, o desvio padrão máximo de uma proporção é 0,020 (ou seja, uma "margem de erro"-a95%-de 4,00%).

Responsabilidade do estudo: Aximage Comunicação e Imagem Lda., sob a direção técnica de Jorge de Sá e de João Queiroz.

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