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Subchefe da guarda prisional e mais cinco arguidos acusados de corrupção, extorsão e burla

14 de junho de 2017 às 18:57

O Ministério Público (MP) acusou seis arguidos, um deles subchefe da guarda prisional, de corrupção, extorsão e burla, crimes alegadamente cometidos contra dezenas de pessoas através de um esquema fraudulento, a partir do interior do Estabelecimento Prisional de Leiria.

Segundo a acusação do MP, a que a agência Lusa teve hoje acesso, entre novembro de 2015 e novembro de 2016 quatro homens e duas mulheres, com idades entre 19 e 56 anos, "envolveram-se num esquema fraudulento de obtenção de dinheiro à custa de terceiros", tendo lesado cerca de 80 pessoas em quase 11.500 euros.

Os arguidos consultavam páginas da internet, redes sociais e classificados dos jornais, e daí retiravam os contactos telefónicos das potenciais vítimas, assim como outros elementos que pudessem facilitar a criação de um enredo credível, relacionado com situações da vida dessas pessoas, como o desaparecimento de animais de estimação ou arrendamentos de imóveis.

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