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Taylor Swift vence caso de assédio sexual

A cantora acusou o radialista David Mueller de lhe ter apalpado as nádegas.

15 de agosto de 2017 às 01:04

Taylor Swift, alegada vítima de assédio sexual por parte de um radialista, viu o júri considerar provado o assédio, em tribunal.

O agente de Taylor Swift acusou o radialista David Mueller, da rádio Kygo-FM, de ter apalpado as nádegas da cantora internacional.

David Mueller viu "a vida a andar para trás" quando foi despedido, perdendo o emprego que lhe rendia 150 mil dólares por ano. O radialista processou Taylor Swift por difamação e, em tribunal, afirmou que teria sido um amigo a apalpar a cantora e não ele.

Em resposta ao processo de difamação, a cantora norte-americana respondeu com um outro processo, onde pedia uma indemnização simbólica de um dólar por assédio.

No final das contas, o júri considerou que ficou provado o assédio.

Em comunicado, a cantora agradeceu a quem a apoiou nos últimos quatro anos, ao juiz, ao júri e aos advogados por "terem lutado" por ela e por "todos os que se sentem silenciados por um abuso sexual". Disse ainda que apoiará "várias organizações que ajudam as vítimas de abusos sexuais a defenderem-se".

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