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Correio da Manhã

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Tem cinco doenças crónicas mas é julgada por usar distintivo de deficiente

A mulher apela a que vejam a deficiência para além do uso de uma cadeira de rodas.
2 de Agosto de 2017 às 18:28
Devido aos problemas, Laura tem várias reacções corporais
O bilhete diz que o distintivo é inválido
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O bilhete diz que o distintivo é inválido
Devido aos problemas, Laura tem várias reacções corporais
Devido aos problemas, Laura tem várias reacções corporais
Devido aos problemas, Laura tem várias reacções corporais
O bilhete diz que o distintivo é inválido
Devido aos problemas, Laura tem várias reacções corporais
Devido aos problemas, Laura tem várias reacções corporais
Laura Press, de 31 anos, de Whitefield, em Inglaterra, tem mais de cinco doenças crónicas mas foi acusada de fingir que é deficiente para obter um distintivo de estacionamento para deficientes. A mulher ficou chocada quando, ao voltar das compras, encontrou uma nota no pára brisas a dizer que não devia estacionar ali.

O gerente da Asda, um supermercado, confirmou que a nota havia sido colocada por um homem que provavelmente viu a muler a sair do carro sem cadeira de rodas ou muletas. 

Laura tem aquilo a que se pode chamar de 'doença invisível' que, na verdade, não é menos incapacitante do que uma deficiência motora visível aos olhos. A mulher diz que é "embaraçoso" quando estaciona em lugares para deficientes e as pessoas ficam a olhar para ela. 

"Aparentemente, sou uma pessoa normal (...) mas gostava que as pessoas olhassem para além do facto de não usar uma cadeira de rodas", afirma, em declarações ao The Sun.

Laura sofre de má absorção de ácidos biliares, assim como urticárias idiopáticas espontâneas, anafilaxia aleatória e angiodema. 

"Eu tenho várias doenças crónica, o que significa que preciso, por exemplo, de fácil acesso à casa de banho", conta.

"Se eu segurar o volante ou os sacos das compras por muito tempo, as minhas mãos começam a inchar", continua.

Laura acrescentou ainda que transporta consigo o emblema para uma maior independência. 

A mulher teve de deixar o emprego, como enfermeira, por causa das várias doenças e trabalha agora para o marido num negócio independente. 

"Na verdade, não devia de ter de me explicar para ninguém", adianta. "Hoje em dia é tão difícil conseguir um distintivo (...) não faz sentido", aponta.
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