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Tribunal da Relação do Porto mandou retirar pulseira eletrónica a Manuela Couto

Arguida estava em prisão domiciliária desde junho no âmbito da operação Teia.
Lusa 9 de Outubro de 2019 às 20:14
Manuela Couto
Manuela Couto
Manuela Couto
Manuela Couto
Manuela Couto
Manuela Couto

O Tribunal da Relação do Porto deu esta quarta-feira provimento ao recurso apresentado pela defesa de Manuela Couto decidindo pela retirada da pulseira eletrónica e abandono da prisão domiciliária em que se encontrava desde junho, disse à Lusa o seu advogado.

A 03 de junho, a empresária Manuela Couto e Miguel Costa Gomes, presidente da Câmara de Barcelos, ficaram com a medida de coação de permanência obrigatória na residência, com pulseira eletrónica, enquanto Joaquim Couto, ex-presidente da câmara de Santo Tirso, pagou uma caução de 40 mil euros para sair em liberdade e Laranja Pontes, ex-presidente do IPO/Porto, pagou 20 mil euros para o mesmo efeito.

Os arguidos foram detidos no âmbito da investigação da operação "Teia" que se centrou nas autarquias de Santo Tirso e Barcelos bem como no Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto, investigando suspeitas de corrupção, tráfico de influência e participação económica em negócio, traduzidas na "viciação fraudulenta de procedimentos concursais e de ajuste direto", segundo comunicado da Diretoria do Norte da Polícia Judiciária.

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