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Tribunal de Santa Cruz começou a julgar suspeitas de burla

"Elas propunham pacotes com juros mais altos", contou uma lesada ao Tribunal, que pensava que tinha feito um PPR para si, para o marido e para a filha e acabou a saber que, afinal, tinha subscrito um seguro automóvel.
16 de Maio de 2014 às 15:56

O Tribunal de Santa Cruz, na ilha da Madeira, começou esta sexta-feira a julgar duas ex-mediadoras de seguros acusadas de 11 crimes de burla a pessoas que conheciam e com as quais mantinham relações de "confiança".

O inspetor da Polícia Judiciária (PJ) responsável pela investigação disse que as pessoas foram alegadamente aliciadas pelas duas irmãs a subscreverem supostos produtos financeiros de uma seguradora, a troco de juros de 5 e 8,5 por cento, desde que não levantassem as quantias cedidas no prazo de cinco anos.

As lesadas - vizinhos, empregada doméstica das arguidas, pessoas conhecidas do meio e outras com laços familiares muito próximos - viram as suas economias evaporarem-se mediante a entrega, faseada, de milhares de euros.

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