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Correio da Manhã

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Tribunal egípcio condena 163 seguidores da Irmandade Muçulmana

Islamistas foram condenados pela tentativa de homicídio de um polícia, por planearem um atentado e interromperem a circulação dos comboios e por posse de 51 bombas e de armas de fogo.
18 de Maio de 2014 às 15:57

Um tribunal egípcio condenou este domingo 163 seguidores da organização Irmandade Muçulmana a 10 anos de prisão por participarem em protestos e pela intenção de homicídios, entre outras acusações, disseram fontes judiciais à agência noticiosa de informação.

Do total de condenados, 126 fundamentalistas islâmicos foram sentenciados à pena de prisão por protestos e pela violenta intervenção junto de pessoas acampadas nas praças de Rabea al Adauiya e Al Nahda, no Cairo, onde se concentraram multidões em agosto do ano passado, após a destituição do Presidente Mohamed Morsi. O tribunal de Kafer al Sheij decretou ainda que cada um dos arguidos proceda ao pagamento de uma multa de 1.000 libras egípcias (102 euros, ao câmbio atual).

Noutro processo, o mesmo juiz condenou cada um dos 37 membros da Irmandade Muçulmana, declarada organização terrorista pelo atual Governo interino do Egito, à pena de prisão e a uma multa de 20.000 libras egípcias (2.044 euros).

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