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Correio da Manhã

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Tribunal egípcio condena 56 pessoas por naufrágio que vitimou emigrantes

Foram considerados culpados de homicídio involuntário, fraude e negligência.
Lusa 26 de Março de 2017 às 15:18
Tribunal Penal de Rashid condenou 56 pessoas a penas de prisão pelo naufrágio de um barco que provocou a morte de 203 emigrantes
Tribunal Penal de Rashid condenou 56 pessoas a penas de prisão pelo naufrágio de um barco que provocou a morte de 203 emigrantes
Tribunal Penal de Rashid condenou 56 pessoas a penas de prisão pelo naufrágio de um barco que provocou a morte de 203 emigrantes
Tribunal Penal de Rashid condenou 56 pessoas a penas de prisão pelo naufrágio de um barco que provocou a morte de 203 emigrantes
Tribunal Penal de Rashid condenou 56 pessoas a penas de prisão pelo naufrágio de um barco que provocou a morte de 203 emigrantes
Tribunal Penal de Rashid condenou 56 pessoas a penas de prisão pelo naufrágio de um barco que provocou a morte de 203 emigrantes
Tribunal Penal de Rashid condenou 56 pessoas a penas de prisão pelo naufrágio de um barco que provocou a morte de 203 emigrantes
Tribunal Penal de Rashid condenou 56 pessoas a penas de prisão pelo naufrágio de um barco que provocou a morte de 203 emigrantes
Tribunal Penal de Rashid condenou 56 pessoas a penas de prisão pelo naufrágio de um barco que provocou a morte de 203 emigrantes

O Tribunal Penal de Rashid, no Egito, condenou este domingo 56 pessoas a penas de dois a 13 anos de prisão pelo naufrágio de um barco que provocou a morte de 203 emigrantes em setembro passado, informou a agência MENA.

O tribunal considerou os condenados culpados de homicídio involuntário, fraude e negligência, além do uso de barco sem licença e de pôr em risco a vida de crianças.

O barco dirigia-se a Itália, para onde querem emigrar anualmente milhares de egípcios. O Egito tornou-se em 2016 o segundo ponto de partida de emigrantes que viajam ilegalmente para a Europa por mar, a seguir à Líbia.

Depois do naufrágio, as forças de segurança detiveram dezenas de pessoas, incluindo o dono do barco, a tripulação e traficantes.

Em outubro passado, quase um mês depois do naufrágio, o Parlamento egípcio aprovou uma lei contra a emigração ilegal e o tráfico de pessoas.

A nova lei castiga com penas de prisão e multas avultadas (entre 5.120 e 20.477 euros) "qualquer pessoa que cometa o crime de traficar, tenha intenção de o fazer ou de servir de mediador".

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