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Tribunal envia para o MP certidões de duas testemunhas ouvidas no caso Conforlimpa

Ex-presidente da empresa Conforlimpa foi condenado a uma pena única de 11 anos e dois meses de prisão por associação criminosa e fraude fiscal qualificada superior a 42 milhões de euros.
2 de Maio de 2014 às 23:28

O Tribunal de Vila Franca de Xira determinou esta sexta-feira a extração de certidões de duas testemunhas inquiridas no julgamento da Conforlimpa, ordenando o seu envio para o Ministério Público por suspeitas da prática dos mesmos ilícitos.

"Determina-se a extração de certidões das atas de julgamento e a obtenção de toda a prova gravada, para envio ao Ministério Público e, caso entenda, abrir um procedimento criminal contra as duas testemunhas, que estão fortemente indiciadas da prática dos mesmos ilícitos", afirmou a presidente do coletivo de juízes, após a leitura do acórdão.

Artur Marques, advogado de Armando Cardoso, ex-presidente da Conforlimpa, explicou que as testemunhas em causa são um advogado da Conforlimpa e um economista da empresa.

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