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Correio da Manhã

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Cristas diz que um deputado registar outro "configura uma ilegalidade gravíssima"

"Cada um tem de retirar as suas consequências", defende a presidente do CDS-PP.
Lusa 6 de Dezembro de 2018 às 16:58
Assunção Cristas no parlamento
Assunção Cristas
Assunção Cristas
Assunção Cristas no Parlamento
Assunção Cristas no parlamento
Assunção Cristas
Assunção Cristas
Assunção Cristas no Parlamento
Assunção Cristas no parlamento
Assunção Cristas
Assunção Cristas
Assunção Cristas no Parlamento

A presidente do CDS-PP considerou esta quinta-feira que um deputado registar outro "constitui uma ilegalidade gravíssima" e que "cada um tem de retirar as suas consequências", defendendo que no seu partido vigora "uma política de seriedade".

"Nós não somos todos iguais. Eu falo pelo CDS e no CDS não temos esses casos e cuidamos para que eles não existam. Há uma política de seriedade dentro do grupo parlamentar do CDS há muito tempo, que é relembrada a todos os deputados", afirmou Assunção Cristas, no final de uma audiência com o Presidente da República, no Palácio de Belém, em Lisboa.

Um dia depois de ter sido noticiado que a deputada do PSD Mercês Borges votou pelo seu colega de partido Feliciano Barreiras Duarte no Orçamento do Estado para 2019, na generalidade, a presidente do CDS-PP considerou que "esse tipo de atitudes, além do mais, constitui uma ilegalidade gravíssima e, portanto, cada um tem de retirar as suas consequências".

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