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Técnicos de diagnóstico protestam no Ministério da Saúde

Trabalhadores protestam contra a desatualização da carreira.
Lusa 16 de Novembro de 2016 às 15:44
Ministério da Saúde, Lisboa, Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores, Terapêutica, Almerindo Rego, PCP, Carla Cruz, Governo, Serviço Nacional de Saúde, SNS, saúde, profissionais de saúde, sindicatos da saúde, trabalho
Ministério da Saúde, Lisboa, Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores, Terapêutica, Almerindo Rego, PCP, Carla Cruz, Governo, Serviço Nacional de Saúde, SNS, saúde, profissionais de saúde, sindicatos da saúde, trabalho
 técnicos de diagnóstico e terapêutica
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 técnicos de diagnóstico e terapêutica
Ministério da Saúde, Lisboa, Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores, Terapêutica, Almerindo Rego, PCP, Carla Cruz, Governo, Serviço Nacional de Saúde, SNS, saúde, profissionais de saúde, sindicatos da saúde, trabalho


Várias dezenas de técnicos de diagnóstico e terapêutica estão concentrados junto ao Ministério da Saúde, em Lisboa, num protesto contra a desatualização da carreira.

Estes profissionais iniciaram hoje uma greve por tempo indeterminado, que segundo o Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores de Saúde das Áreas de Diagnóstico e Terapêutica regista uma adesão superior a 80%.

Em declarações aos jornalistas no início do protesto, o presidente do sindicato, Almerindo Rego, mostrou-se esperançoso de que ainda hoje possa ser encontrada uma solução com o Ministério da Saúde.

A concentração junto ao Ministério da Saúde começou cerca das 15h00, com várias dezenas de profissionais a manifestarem-se de forma ruidosa, empunhando cartazes a pedir "justiça na saúde já" ou "carreira digna, sim".

A deputada do PCP Carla Cruz juntou-se aos profissionais em protesto, manifestando a solidariedade do partido com uma causa que considera justa e que se prolonga há vários anos.

Os técnicos de diagnóstico e terapêutica iniciaram hoje uma greve por tempo indeterminado, contra a desatualização da carreira e o impasse das negociações com o Ministério da Saúde.

Almerindo Rego considera que o Governo tem todas as condições para terminar hoje mesmo com a greve decretada por estes profissionais, fazendo publicar de imediato o estatuto de carreira e aplicando os referenciais salariais já legislados.

O sindicato diz aceitar que as questões salariais produzam efeito só a partir de janeiro de 2018.

Os profissionais protestam contra a desatualização da carreira, "sendo atualmente o único grupo de licenciados do Serviço Nacional de Saúde (SNS) que não tem uma carreira compatível com o seu nível de qualificação", e dizem que o Ministério da Saúde quer recomeçar do início um processo de revisão de carreira que começou em 2014.

A área de trabalho abrange 22 profissões, três delas por regulamentar, em áreas como análises clínicas, radiologia, fisioterapia, farmácia ou cardiopneumologia, num total de cerca de dez mil profissionais.

A greve foi anunciada no início do mês, quando o sindicato avisou que só a suspenderia com a conclusão do processo negocial com o Governo.

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