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Venda da PT Portugal "não é facto consumado"

A empresária Isabel dos Santos afirma que o futuro da PT "está nas mãos dos acionistas" e frisa de novo a sua proposta.
Lusa 5 de Dezembro de 2014 às 14:00
PT tem poder de mercado significativo no acesso à rede fixa
PT tem poder de mercado significativo no acesso à rede fixa FOTO: Natália Ferraz

A Terra Peregrin, empresa detida pela empresária angolana Isabel dos Santos, sublinhou que uma decisão de venda da PT Portugal pela Oi à Altice 'não é um facto consumado'e que cabe aos acionistas da PT SGPS a decisão.

Em declarações à Lusa, fonte próxima da empresa veículo criada por Isabel dos Santos para a Oferta Pública de Aquisição (OPA) lançada sobre a PT SGPS, frisou que 'está nas mãos dos acionistas da PT SGPS'a decisão entre dois caminhos: 'o da venda da PT Portugal e desmantelamento do grupo Portugal Telecom'ou a aceitação da oferta da Terra Peregrin, que, diz,'mantém a unidade do grupo PT e o centro de decisão em Portugal, a importância que [a empresa] tem na economia portuguesa e a aposta na tecnologia e inovação'.

"Este negócio entre a Oi e a Altice não é um facto consumado se os acionistas da PT SGPS não o quiserem consumar", frisou a mesma fonte, depois de ter sido divulgado que a decisão da venda da PT Portugal ao grupo francês Altice deverá ser esta sexta-feira tomada pela administração da Oi.

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