Magistrados venezuelanos que abandonaram o país, por estarem alegadamente a ser perseguidos pelo Governo de Caracas, instalaram um "tribunal no exílio", numa cerimónia que decorreu na sexta-feira na sede da Organização de Estados Americanos (OEA), em Washington.
Segundo a imprensa venezuelana, o "tribunal no exílio", que vai realizar sessões nos escritórios da OEA em Washington e na Colômbia, tem como objetivo a defesa dos direitos humanos e a abertura de um canal para a entrada de ajuda humanitária na Venezuela.
Segundo o secretário-geral da OEA, Luís Almagro, o "tribunal no exílio" terá a tarefa de "dar sentido à justiça" que tem sido "inexistente" para os venezuelanos e "atropelada pelos abusos e arbitrariedade" do regime do Presidente Nicolás Maduro.
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