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Portuguesa diz que situação na Venezuela "é muito confusa" e de "grande incerteza"

Militares passaram a apoiar o autoproclamado Presidente, Juan Guaidó.
Lusa 30 de Abril de 2019 às 13:01
Tensão e confrontos nas ruas venezuelanas
Tensão e confrontos nas ruas venezuelanas
Tensão e confrontos nas ruas venezuelanas
Tensão e confrontos nas ruas venezuelanas
Tensão e confrontos nas ruas venezuelanas
Tensão e confrontos nas ruas venezuelanas
Tensão e confrontos nas ruas venezuelanas
Tensão e confrontos nas ruas venezuelanas
Tensão e confrontos nas ruas venezuelanas
Tensão e confrontos nas ruas venezuelanas
Tensão e confrontos nas ruas venezuelanas
Tensão e confrontos nas ruas venezuelanas

Uma representante da comunidade portuguesa na Venezuela disse hoje à agência Lusa que a situação no país "é de grande incerteza" depois do anúncio de que os militares passaram a apoiar o autoproclamado Presidente, Juan Guaidó.

"Está tudo muito confuso ainda. Estamos praticamente com as comunicações caídas, com as redes sociais a funcionar a meio gás e ainda não temos uma perspetiva do que é", disse Milu de Almeida, por telefone, a partir de Caracas.

A portuguesa, que representa os emigrantes na Venezuela no órgão consultivo do Governo para as questões da emigração (Conselho das Comunidades Portuguesas), disse que, a pouca informação que chega através das redes sociais, dá conta de que "aparentemente o Presidente Guaidó e o líder da oposição Leopoldo Lopes, que estava preso, estão numa base aérea com vários militares e estão a pedir ao povo para sair à rua".

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