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Correio da Manhã

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Vigilância máxima

Polícias fortemente armados patrulhavam ontem à noite o Aeroporto Internacional de Heathrow, mais de doze horas após os atentados no centro de Londres que provocaram dezenas de mortes.
8 de Julho de 2005 às 02:01
Com o Metropolitano fechado, as filas para táxis e autocarros prolongavam-se sem fim à vista, com as autoridades a permitirem a circulação gratuita nas carreiras – minuciosamente revistadas – entre o aeroporto e o centro da capital.
Os agentes da autoridade eram solicitados por turistas em busca de uma informação que lhe permitisse chegar o mais depressa possível ao seu destino.
À porta de muitos hotéis concentravam-se filas de pessoas em busca de alojamento para passar a noite e, assim, evitar horas perdidas à espera de um transporte que as levasse a suas casas.
Ontem à noite, o balanço oficial de vítimas mortais apontava para 37, embora o ministro francês do Interior, Nicolas Sarkozy, citado pelas agências noticiosas, tenha afirmado que o seu homólogo britânico lhe comunicara que pelo menos 50 pessoas perderam a vida nos atentados.
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