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Tresminas podem ser Património Mundial em 2015

Câmara de Vila Pouca de Aguiar deu início, há cerca de uma década, a um projeto de investigação científica.
Lusa 6 de Dezembro de 2014 às 06:19
Presidente da câmara diz que o "valor natural" de Tresminas irá conduzir à sua classificação
Presidente da câmara diz que o 'valor natural' de Tresminas irá conduzir à sua classificação FOTO: João Abreu Miranda/Lusa

A Câmara de Vila Pouca de Aguiar quer avançar em 2015 com a candidatura a Património Mundial da Humanidade do Complexo Mineiro de Tresminas e Jales, alvo de um investimento global de cinco milhões de euros.

A autarquia deu início, há cerca de uma década, a um projeto de investigação científica, requalificação e preservação que visa a potenciar e divulgar o complexo mineiro romano.


O presidente da câmara, Alberto Machado, afirmou à agência Lusa que agora o "valor natural" de Tresminas irá conduzir à sua classificação como Património Mundial da UNESCO.

Já há alguns anos que se fala nesta classificação mas agora, segundo o autarca, esta deverá avançar no decorrer do próximo ano.

Alberto Machado destacou a "importância histórica" de Tresminas, tanto que estas minas a céu aberto eram geridas diretamente pela guarda do imperador. Aqui, a exploração de ouro decorreu ao longo de 450 anos e depois não teve mais intervenções.


É por isso, segundo o autarca, um "património arqueológico único" que se preserva desde "há cerca de 2000 anos".

Mas no concelho alia-se a exploração antiga à moderna de ouro. As minas de Jales fecharam na década de 90 e desde 2013 que ali decorrem, de novo, trabalhos de prospeção no âmbito de uma concessão atribuída à firma canadiana Almada Mining, em consórcio com a portuguesa Empresa de Desenvolvimento Mineiro (EDM).



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