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Vinhos soberbos

A Lavradores de Feitoria é um caso de sucesso no setor do vinho que deveria ser exportado para outras regiões vitícolas do país.

14 de dezembro de 2016 às 18:05

Há vinhos cujos nomes remetem para uma infinidade de situações/produtos ou histórias, mas que, por uma razão ou por outra, nos passam ao lado. Meruge, por exemplo, é nome de um grande vinho do Douro, feito na Quinta da Meruge  e ponto final.

É um vinho (branco e tinto) daquela empresa (Lavradores de Feitoria) que é um caso de sucesso porque meteu vários produtores debaixo de uma mesma marca empresarial. Mas meruje é, para que conste, uma  curiosa erva daninha que se comia em tempos de escassez e que hoje chama a atenção de alguns cozinheiros.

 Bom, pelo menos de André Magalhães, que, transmontano, aceitou o desafio dos responsáveis da LF para apresentar pratos feitos com meruges no lançamento dos novos vinhos Meruge, branco e tinto.

E sobre tais vinhos de 2014 há que dizer que estamos perante um branco muito sério, com estrutura  e elegância, e um tinto com finura e delicadeza, a fazer lembrar grandes referências francesas. São vinhos feitos com tempo e para gente que aprecia a evolução em garrafa. Cada um custa 20 €. 

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