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Viveiristas da Culatra criam estágios para evitar abandono da atividade

Produtores de ostras querem conservar os saberes do ofício.
13 de Abril de 2014 às 11:17

A Associação de Produtores de Ostras da ilha da Culatra está a promover estágios para os jovens aprenderem a trabalhar nos viveiros, criando emprego e evitando o abandono da atividade.

Segundo Sílvia Padinha, elemento da associação e presidente da Associação de Moradores da Ilha da Culatra (Faro), o projeto visa manter vivas as tradições e atividades que fazem parte da identidade daquela comunidade piscatória, com cerca de mil habitantes e que, maioritariamente, se dedicam à pesca e aos viveiros.

"Estamos a apostar nas ostras porque temos escoamento garantido", explicou, observando que toda a produção da ilha, uma média de 80 toneladas anuais, é absorvida por clientes franceses, e que a comunidade teme que a atividade seja abandonada, já que a maior parte dos viveiristas tem mais de 60 anos.

Segundo Sílvia Padinha, a associação, fundada há um ano, é composta por 17 viveiristas que dão formação aos seis jovens que integram o programa estatal Impulso Jovem.

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