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Quando a Covid-19 atinge os mais novos

Têm sido os mais preservados nesta pandemia, mas também há casos graves entre as crianças e jovens. Portugal já regista três óbitos e há ainda uma grande incógnita: quais as sequelas que este vírus vai deixar?

Fotografia Mariline Alves | Texto Catarina Cruz

Têm sido os mais preservados nesta pandemia, mas também há casos graves entre as crianças e jovens. Portugal já regista três óbitos e há ainda uma grande incógnita: quais as sequelas que este vírus vai deixar?

Fotografia Mariline Alves | Texto Catarina Cruz

As crianças e adolescentes têm sido os grupos etários mais poupados pela Covid-19, com a doença a manifestar-se, na maioria dos casos, de forma leve. Contudo, há casos graves que exigem internamento, uma bebé e dois adolescentes de 19 anos morreram infetados com o novo coronavírus, e há sequelas físicas e psicológicas ainda difíceis de avaliar.

O Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, é a unidade de saúde de referência para as crianças e jovens infetados pela Covid-19. Preparado para o aparecimento de casos positivos desde janeiro, o hospital recebeu o primeiro caso pediátrico em Portugal a 7 de março. "Tivemos duas adolescentes internadas nesse dia", recorda Maria João Brito, pediatra e diretora da Unidade de Infeciologia da Estefânia.

Volvidos nove meses desde o primeiro internamento, ainda há muito por descobrir sobre o impacto do SARS-CoV-2 nas crianças e jovens. "Quem acha que já sabe muito sobre a Covid-19 e como é que ela se vai comportar relativamente às crianças e aos adolescentes está plenamente enganado", destaca a médica.

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Texto Catarina Cruz
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