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O AgitÁgueda regressa de 4 a 26 de julho com mais de 150 iniciativas e concertos gratuitos, prometendo voltar a encher a cidade de cor, música e milhares de visitantes.
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Águeda prepara-se para voltar a ser um dos principais palcos culturais do verão em Portugal. O AgitÁgueda – Art Festival regressa entre 4 e 26 de julho para a sua 19.ª edição, mantendo a fórmula que tem conquistado centenas de milhares de visitantes: uma programação intensa, gratuita e transversal, onde a música assume papel central.
Ao longo de 23 dias, a cidade transforma-se num verdadeiro palco a céu aberto, com mais de 150 iniciativas e dezenas de espetáculos que cruzam concertos, arte urbana, animação de rua e atividades para todas as idades. Em 2025, o evento ultrapassou os 950 mil visitantes em apenas três semanas, números que a organização quer voltar a superar este ano.
Mas é no cartaz musical que o festival volta a afirmar-se como um dos grandes polos de atração. Nomes como Mariza, Nuno Ribeiro, Gente de Zona, Dillaz, Gipsy Kings, Fingertips, MC Cabelinho, Inner Circle ou LP garantem noites de grande afluência ao palco principal, sempre com entrada livre.
Os concertos distribuem-se ao longo de todo o mês, com atuações praticamente diárias e momentos altos ao fim de semana. Logo na abertura, Mariza promete encher o recinto, num arranque que dá o tom a uma programação pensada para públicos diversos, entre artistas nacionais e internacionais. Ao longo das semanas, a festa prolonga-se madrugada dentro com DJs e sessões after hours, reforçando a dimensão urbana e festiva do evento.
Entre as novidades desta edição destaca-se a criação de um segundo palco, instalado na Praça do Município e dedicado a projetos emergentes, associações locais e talentos em início de carreira. A aposta reforça a ligação do festival à comunidade e cria novas oportunidades de visibilidade para artistas da região.
Na apresentação do evento, o vice-presidente da Câmara Municipal de Águeda, Edson Santos, sublinhou a dimensão única do festival, destacando que “é muito mais do que o cartaz”, pela diversidade e quantidade de propostas distribuídas ao longo dos 23 dias.
O autarca realçou ainda a identidade diferenciadora do evento, afirmando que “o AgitÁgueda tem algo de original, algo que não se encontra em mais lado nenhum no país”, apontando para a conjugação entre arte urbana, participação comunitária e programação musical de grande escala.
Essa identidade passa também pelo icónico “Umbrella Sky Project”, que volta a cobrir as ruas da cidade com milhares de guarda-chuvas coloridos, transformando Águeda num cenário visual único, reconhecido internacionalmente. A par da música, esta instalação é um dos maiores símbolos do evento e um dos principais fatores de atração turística.
A organização mantém ainda uma forte aposta na sustentabilidade e acessibilidade, com concertos com interpretação em língua gestual, mobilidade elétrica gratuita e medidas ambientais que consolidam o estatuto de ecoevento.
Com um orçamento na ordem dos 1,3 milhões de euros, o AgitÁgueda assume-se não apenas como um festival, mas como uma plataforma de promoção cultural, turística e económica. Durante quase um mês, a cidade ganha uma nova dinâmica, envolvendo comércio, associações e visitantes num ambiente de festa contínua.
Em julho, a promessa é clara: em Águeda, a música volta a cruzar-se com a cor, a criatividade e a participação coletiva, num evento que continua a afirmar-se como um dos maiores festivais urbanos gratuitos do país.
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