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Correio da Manhã

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O dia em que os aviões deixaram de voar

Um farmacêutico que abraçou um desafio diferente!
11 de Julho de 2017 às 15:25
Ricardo Santos, farmacêutico de profissão, atualmente a trabalhar para uma multinacional alemã do setor, lançou, através da Chiado editora, no passado mês de Junho o seu primeiro romance de ficção. As obrigações profissionais obrigam-no a viajar constantemente pelo mundo e por mais de cinquenta países diferentes, o que lhe permitiu, ao longo dos anos, absorver um vasto conhecimento sobre diferentes realidades, culturas e formas de pensar.

Um dia, sentado num avião, começou a escrever! Imagiou o primeiro capitulo descrevendo a forma como uma mãe se sentiria sabendo que o filho estaria em Macau e que os aviões deixaram de voar. Nos meses seguintes a obra desenvolveu-se e assim nasceu: "O dia em que os aviões deixaram de voar".

Trata-se de um romance histórico que percorre as vivências de cinco gerações da família Vasconcelos. O protagonista, um recém-licenciado em matemáticas aplicadas, envolve-se numa aventura alucinante para salvar o mundo. Coimbra, Lisboa, Macau, Phuket, Goa e Egito são os locais onde a ação decorre. Uma tempestade solar destruiu a rede mundial de satélites impedindo os aviões de voar. Telefones não funcionam, não há internet, nem mobile banking. Ao aterrar em Macau, o jovem herói vê-se sem dinheiro e sem forma de regressar a casa. Reencontra um amor do passado e tudo acontece...
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