Festival arranca morno

Quando o artista português Frankie Chavez subiu, ontem ao início da noite, ao palco da praia do Tonel, para o arranque do serão de música em Sagres, eram ainda poucas, as centenas de festivaleiros que fizeram questão de acompanhar o início do Super Bock Surf Fest.

13 de agosto de 2011 às 00:30
SUPER BOCK SURF FEST, FESTIVAL, MÚSICA, CONCERTOS, SAGRES Foto: Miguel Veterano Junior
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Apesar disso, o espírito descontraído prevaleceu, e Chavez, antes de começar a cantar os temas do novo disco ‘Family Free’, aproveitou para apelar a que o público preservasse a paisagem natural do festival algarvio. No recinto, desde cedo se vislumbraram grupos de várias idades.

Vindos de Cascais, dez amigos dos 17 aos 22 anos, decidiram terminar o roteiro dos festivais de Verão em Sagres. Acampados perto do recinto, elogiam o parque de campismo que "até tem piscina e tudo".

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Nos pulsos, a colecção de pulseiras coloridas atesta a presença noutros eventos. "Fechamos com chave de ouro em Sagres, e depois seguimos para a faculdade", conta ao CM Rita Santos, de 22 anos. Quanto a argumentos para estarem no evento, que ontem contou com Gentleman ou Kid Cudi, a resposta é clara: "Vimos pela música, pelo convívio e pela festança", dizem.

Já dois casais na casa dos 30, vindos de Lisboa, estão no Surf Fest pela "proximidade da praia e porque não tem engarrafamentos e não há pó". Acompanhados por uma criança de onze anos – que não paga –, optaram por ficar num hotel: "Somos festivaleiros, mas com qualidade", diz ao CM Lara Alves, de 31 anos. E só não vão, para a semana, ao festival Paredes de Coura porque "já não há pneu nem troika que aguente".

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