Veteranos da música estão de volta ao ativo

Grupos icónicos quebram silêncio com discos novos e anúncios de digressões.

01 de novembro de 2021 às 09:29
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Por saudosismo, por necessidade artística ou motivações financeiras, não são claras as razões pelas quais bandas que já tinham passado à história decidem regressar ao ativo. O caso mais recente são os suecos ABBA, que na 6ª feira lançam o novo disco, ‘Voyage’ (o primeiro em quarenta anos), e regressam aos palcos em 2022.

Mas há mais. Na semana passada, os The Eagles anunciaram uma digressão de estádios pela Europa, para assinalar os 50 anos sobre a sua formação. Os espetáculos arrancam em Arnhem, Holanda, dia 17 de junho do próximo ano. Em maio de 2020, também os Genesis já tinham anunciado o regresso aos palcos com uma digressão a juntar Phil Collins, Tony Banks e Mike Rutherford, pela primeira vez desde 2007.

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Portugal vai testemunhar alguns casos de regresso aos palcos já no próximo ano. Os Jethro Tull, por exemplo, que se formaram no longínquo ano de 1969, e que nas últimas décadas têm tido uma carreira intermitente, tocam a 18 de fevereiro no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, e a 19 de fevereiro na Super Bock Arena, no Porto (vinte anos depois de terem tocado no Pav. Atlântico). Também as lendas do hard rock, os Deep Purple, já têm viagem marcada para Portugal para 2022 (6 de novembro no Campo Pequeno). Alan Parsons toca a 17 de março no Coliseu de Lisboa, os Simple Minds regressam em abril (Coliseu do Porto e Campo Pequeno) e os Yes em maio (Campo Pequeno). Aerosmith e Guns n’ Roses voltam em junho (Altice Arena e Passeio Marítimo de Algés).

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