Alexandra Leite anda em digressão teatral

‘No Fim da Linha’ pode ser visto no Teatro da Trindade, Lisboa, até dia 11.

05 de fevereiro de 2018 às 01:30
Cláudia Negrão e Alexandra Leite numa cena da peça ‘No Fim da Linha’, em cena em Lisboa até dia 11 deste mês Foto: Direitos Reservados
Teatro da Trindade, Lisboa, Ideal, cinema, teatro, música, dança, poesia Foto: D.R.

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Chegou neste fim de semana ao Teatro da Trindade, em Lisboa, o espetáculo com que as atrizes Alexandra Leite e Cláudia Negrão querem correr o País de norte a sul. ‘No Fim da Linha’ é uma adaptação da peça ‘Au Bout du Rouleau’, do dramaturgo francês Jean-Pierre Martinez, e conta a história de uma escritora em crise de inspiração – e não só – e da jornalista que a visita para a entrevistar.

Alexandra Leite – que vimos em ‘Sim, Chef’ e ‘Ministério do Tempo’, ambas na RTP – faz de escritora e diz que está a adorar interpretar esta personagem.

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"É uma mulher vaidosa, com um grande ego, mas está realmente deprimida – embora não o assuma", conta. "Tal como o título da peça indica, ela chegou ao fim da linha, mas a verdade é que nos rimos com ela, em vez de ficarmos tristes."

Esta comédia, que foi encenada por Cláudia Negrão (que também traduziu e adaptou o texto), estreou no âmbito da Mostra de Teatro de Almada, e apresentou-se posteriormente no Teatro António Assunção, também em Almada. Agora estará no Trindade até dia 11, antes de iniciar um périplo pelo País.

"Em maio vamos estar em Sintra, e depois fazer tournée pelo norte de março a julho", conclui Alexandra Leite. 

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PORMENORES 

Estreia mundial em Almada

A peça de Jean-Pierre Martinez nunca tinha sido levada à cena, pelo que fez a sua estreia mundial em Almada. O autor deslocou-se a Portugal para conhecer as atrizes e para assistir a várias sessões do espetáculo no Teatro da Trindade.

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Autor muito prolífico

O dramaturgo tem 50 peças escritas, que são de acesso livre online, onde podem ser descarregadas. Diz que não escreve para ser lido mas para ser representado. O seu trabalho está traduzido em dez línguas e as suas comédias foram representadas em 50 países.

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