Celso Cleto eleito vice-presidente de Academia das Artes Cénicas

Estrutura reúne 17 países, tem sede em Madrid e é presidida pelo antigo ministro da cultura da Colômbia

08 de março de 2026 às 01:30
Celso Cleto Foto: Direitos Reservados
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A criação da Academia Iberoamericana de las Artes Escenicas “é um momento histórico para os 17 países" que a constituem, afirmou ao CM o produtor e encenador Celso Cleto, que acaba de ser eleito vice-presidente da nova estrutura, presidida por Ramiro Osório, antigo ministro da cultura da Colômbia, e composta por atores, cantores, bailarinos, encenadores, dramaturgos e profissionais de muito mais áreas da artes performativas. "Estávamos todos a sentir essa necessidade", acrescenta o também marido da atriz Sofia Alves, que revela que os primeiros passos para esta aventura foram dados em 2025. “No ano passado elaborámos toda a documentação jurídica necessária para que o sonho fosse real. Para nós, Portugal, sinto que este passo é ainda mais especial, porque geralmente ficamos sempre de fora... Sermos um dos países fundadores desta academia recheada de grandes nomes das artes cénicas, artistas mundialmente reconhecidos, é muito importante para todos. E ter sido eleito um dos vice-presidents é extraordinário. Sentir que mereci essa confiança”, partilha.

Apesar de ter sede em Madrid, Celso Cleto acredita que poderá, em breve, abrir uma delegação em Oeiras. “Estamos na fase de estabelecer contactos, vamos ver o que vai acontecer. A reboque iremos sempre, mas tenho esperança de que venhamos a ser um dos motores da academia e que se desenvolvam muitas atividades em Portugal. O importante, para já, foi entrar. O resto vem com o tempo. A nossa grande língua portuguesa não pode ficar para trás”, sublinha Celso Cleto, que acredita ser a Academia Iberoamericana de las Artes Escenicas um instrumento fundamental para a internacionalização de projetos nacionais. "Há muitos anos que sonhávamos com isto, que é fundamental para quem ambiciona uma carreira internacional. E será importante para mim, como vice-presidente, mostrar o nosso talento nos países membros", conclui.

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