Condenados por roubo de O Grito
Um tribunal de Oslo, na Noruega, condenou esta terça-feira a penas entre quatro e oito anos de prisão três pessoas acusadas de estarem envolvidas no roubo em 2004 de duas obras do pintor norueguês Edvard Munch, “O Grito” e “A Madona”, que continuam ainda desaparecidas.
Os quadros de valor incalculável continuam desaparecidos após mais três anos de investigações policiais e a oferta de uma recompensa da Câmara de Oslo de dois milhões de coroas (cerca de 250 mil euros) a quem ajudasse a recuperar as pinturas.
Dois dos seis indivíduos acusados no âmbito deste processo foram também condenados a pagar, no prazo de duas semanas, uma indemnização de 750 milhões de coroas norueguesas (cerca de 96 milhões de euros).
O tribunal condenou a sete anos de prisão Bjorn Hoen, de 38 anos, considerado o cérebro do roubo, sendo que Petter Tharaldsen, de 33 anos, que conduziu o veículo da fuga, foi sentenciado a oito anos de prisão. Petter Rosenvinge, de 38 anos, responsável pela aquisição do veículo utilizado na fuga, foi condenado a quatro anos de prisão.
Os dois quadros foram roubados a 22 de Agosto de 2004 do Museu de Oslo, por dois indivíduos que, em pleno dia, apoderaram-se das obras sob o olhar incrédulo dos visitantes, fugindo depois num veículo roubado.
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