"Conheço Fado e adoro Amália"

Billy Corgan termina a digressão europeia dos Smashing Pumpkins com dois concertos no Campo Pequeno, em Lisboa. Quinta e sexta-feira, às 20h00.

07 de dezembro de 2011 às 01:00
BILLY CORGAN, SMASHING PUMPKINS, CAMPO PEQUENO, CONCERTOS Foto: Mike Segar/Reuters
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Correio da Manhã – Lisboa é a última cidade da vossa digressão europeia. Que tal correu?

Billy Corgan – Bastante bem. Não íamos à Europa há dois anos e quisemos mostrar onde é que a banda se encontra actualmente.

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– O que é que os fãs podem esperar dos concertos dos Smashing Pumpkins no Campo Pequeno?

– Uma mistura muito interessante dos novos discos ‘Oceania’ e ‘Teargarden by Kaleidyscope’ com temas clássicos. Esperamos ser muito bem recebidos e fazer passar a energia que sentimos quando estávamos a gravar.

– É conhecido por falar muito durante os concertos. Faz ideia do que irá dizer aos portugueses?

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– Deixei de o fazer. Quero ser um músico e não um político. O que digo não deve ser assim tão importante.

– Valeu a pena ressuscitar os Smashing Pumpkins?

– Depende de com quem estiver a falar. Aquilo que já ouvi ao longo de cinco anos... Há pessoas que preferem viver na fantasia. Eu tenho de viver na realidade.

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– Sente-se um patriarca da banda ou um irmão mais velho dos novos músicos?

– Nada disso. Sou membro da banda e faço o que sempre fiz: compor, tocar e cantar.

– O que conhece da música portuguesa?

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– Conheço o Fado e gosto muito de Amália Rodrigues.

– Sabe que a UNESCO aprovou o Fado enquanto Património Imaterial da Humanidade?

– Não fazia a mínima ideia.

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PERFIL

Billy Corgan nasceu em 1967 junto a Chicago (EUA). Fundou a banda Smashing Pumpkins em 1988 e, cinco anos após o seu fim, ressuscitou-a em 2006.

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