DESCOBRIR AGUSTINA É AGORA OU NUNCA

Agustina Bessa-Luís está na moda e quem ainda não a descobriu... é agora ou nunca! Preparando o acesso ao universo literário da escritora, sugere-se a leitura de quatro títulos distintos na forma como no conteúdo. Em comum, a musa, Agustina.

10 de dezembro de 2002 às 00:04
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“Estações da Vida”, “Azul”, “A Paixão da Incerteza” e “Estética e Personagens” revelam, em registos singulares, a escritora que este ano completou 80 anos com o lançamento da sua fotobiografia.

Em ‘Estações da Vida’, um álbum de fotografia da autoria de Jorge Correia Campos, percorre-se a azulejaria de costumes, tendo Agustina por cicerone. O resultado é um conjunto de cem fotografia dos painéis das estações de caminho-de-ferro e mercados dos finais do século XIX e inícios do século XX. Uma edição da Quetzal.

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Sobre ‘Azul’ diga-se que, também em formato de álbum e conteúdo fotográfico, traduz o encontro de duas mulheres, uma escritora e uma fotógrafa, em Rhodes, Grécia... “Esses olhares, complementares e diferentes, cruzam-se discretamente nos ‘não-lugares’ espiados pela objectiva digital de Luísa Ferreira e também nos singulares momentos de ‘repórter’ de Agustina”. Edição da Âmbar.

De José Manuel Heleno e da Fim de Século, ‘Agustina Bessa-Luís: a paixão da incerteza’. “Conjuga-se nesta obra o estudo literário e a sensibilidade do autor por uma escrita atrevida e incerta”, lê-se.

‘Estética e Personagens - nos romances de Agustina Bessa-Luís’ é o título que Catherine Dumas escreveu e a Campo das Letras editou. Estamos perante “um estudo que contempla romances e textos ensaísticos, biográficos e confessionais, no intuito de estabelecer a coerência da obra”.

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