Dezembro é mês das rapidinhas

Cláudia Chéu associa capitalismo e pornografia; Marina Albuquerque e Sofia Nicholson criticam a sucessão, no poder, de ‘gatos’ que só sabem roubar os ‘ratos’; Susana C. Gaspar mostra como as lágrimas são tantas vezes um golpe de teatro e Rafaela Lacerda deixa-nos espreitar para dentro de uma casa onde dois jovens discutem por causa do Natal.

05 de dezembro de 2012 às 01:00
Cultura, Teatro, Teatro Rápido, Alexandre Gonçalves, micro-teatro Foto: Aurélio Vasques
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Eis as quatro peças que o Teatro Rápido está a apresentar este mês em Lisboa, a partir do tema proposto para Dezembro: ‘Ouro, Incenso e Birra’.

O conceito desta estrutura é simples e eficaz. Autores, actores, encenadores e produtores são desafiados a preparar peças curtas – a duração exigível é de quinze minutos – para apresentar em sessões contínuas a preço reduzido (três euros por sessão).

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Alexandre Gonçalves, que se apaixonou pelo ‘micro-teatro’ em Madrid e não descansou enquanto não o importou para Lisboa, diz que os resultados têm sido “muito bons” (11.500 espectadores em seis meses), mas ainda espera melhor.

Instalado num edifício da Rua Serpa Pinto, Chiado, desde Maio, o Teatro Rápido tem atraído pessoas de todas as idades e hábitos culturais.

“A primeira preocupação que temos é que os mini-espectáculos sejam surpreendentes”, explica Alexandre Gonçalves. “Queremos que o público venha e tenha vontade de voltar, pela novidade”.

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Sessões diárias a partir das 18h00 e até às 20h30, excepto à terça-feira.

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